…Informação para Refletir e Crescer…

Arquivo para março, 2013

Páscoa e jejum

Você quer jejuar nesta Quaresma?

 

   Jejue de julgar os outros;

E descubra Jesus que vive neles!

  

   Jejue de palavras que ferem;

E farte-se de frases que purificam!

 

   Jejue de descontentamentos;

E viva cheio(a) de gratidão!

 

   Jejue de ofensas e injúrias;

E farte-se de mansidão e paciência!

 

   Jejue de pessimismo;

E encha-se de esperança e otimismo!

 

   Jejue de preocupação!

E satisfaça-se da confiança em Deus!

 

   Jejue de lamúrias e queixas;

E satisfaça-se com coisas simples da vida!

 

   Se todos vivermos este jejum, nossos dias se vão inundando de paz, amor e confiança…

 

   Que os nossos corações se abram com o jejum desta Quaresma, para recebermos Jesus Ressuscitado, com muito amor.

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Felicidade no Trabalho

 

Numa agência de publicidade de São Paulo, felicidade no trabalho é assunto sério. 
Quem trabalha lá conhece de cor e salteado o manifesto escrito por Julio Ribeiro, fundador e presidente da agência. Ele diz assim: 
1) Assumir que tristeza não é parte obrigatória do ato de trabalhar. Ficar triste com o trabalho é como ir para o inferno todos os dias. O modelo ideal é trabalhar, rir e cantar. 
2) É preciso ter consciência de que o ato de trabalhar não é a coisa mais importante que se pode fazer nesta empresa. Muito mais importante é pensar, é usar a inteligência no sentido de pensar soluções novas, produtivas e gratificantes. 
3) Para pensar com produtividade, é preciso ter consciência da própria inteligência e da própria capacidade de realizar. “A agência só vai ser a maior do Brasil porque eu trabalho aqui.” (diz o manual). 
4) A capacidade de resolver problemas está diretamente ligada à capacidade de apaixonar-se por eles. Sem paixão, tudo o que se produz fica medíocre. 
5) O afeto e a solidariedade geram alegria. Quem não gosta dos outros está sempre triste. Quem não é solidário produz pouco. 
6) Afeto, prosperidade e alegria é a melhor proposta de trabalho que alguém pode fazer. 

Aproveite a folga pra pensar em como anda sua vida no trabalho… em casa (porque vale pra casa também). Esse recado pode te ajudar a mudar tudo!

Texto extraído do portal Você S.A. – abril de 2007

 

Assumir novos desafios ajuda a reduzir perdas cognitivas

Comportamento proativo contribui para retardar envelhecimento neural

Sunny Studio-Igor Haruta/Shutterstock

Desempenhar funções atribuídas aos mais jovens pode prevenir e até mesmo reverter efeitos negativos do envelhecimento no cérebro. É o que sugere a bióloga Gro Amdam, da Universidade Estadual do Arizona, que estuda o comportamento de abelhas. Em artigo publicado no Ex­perimental Gerontology, ela relata que abelhas mais velhas que mudam de papel social aprimoram suas habilidades cognitivas. Segundo Gro, isso pode valer para os humanos.

Ela explica que, quando uma abelha envelhece, seu papel no grupo muda – ela deixa de desempenhar funções fora da colmeia e passa a cuidar dos insetos que acabaram de nascer. Essa transição é marcada por um leve declínio das habilidades físicas e cognitivas. No entanto, em um experimento no qual retirou os filhotes da colmeia e obrigou as “abelhas babás” a ficarem do lado de fora, Gro descobriu algo inusitado: a maioria das abelhas idosas se revelou capaz de realizar tarefas de forma semelhante às adultas jovens.

A regressão da perda cognitiva foi mais expressiva em insetos que apresentavam no cérebro maiores níveis do antioxidante PRX6, proteína existente em humanos que alguns cientistas consideram associada à proteção contra doenças neurodegenerativas. A teoria de Gro é que reassumir comportamentos tidos como exclusivos dos mais jovens pode aumentar a quantidade do antioxidante e manter o cérebro saudável por mais tempo.

Leia mais:

Cada um envelhece de um jeito

Memória turbinada

Dizer a verdade faz bem a saúde!

Contar mentiras estressa o corpo, aumenta pressão sanguínea e acelera coração

Teerapun/Shutterstock

Deixar de contar pelo menos três mentiras por semana ajuda a evitar sintomas físicos e psíquicos relacionados ao estresse, sugere um estudo da Universidade de Notre Dame, em Indiana. A psicóloga Anita Kelly  dividiu 110 pessoas entre 18 e 71 anos em dois grupos: instruiu o primeiro a evitar mentiras, inclusive as mais “inocentes”, como criar desculpas para faltar a compromissos. A cada sete dias, todos os voluntários responderam a um questionário de avaliação de sua saúde física e mental e foram submetidos a testes com detector de mentiras, o que ofereceu uma média de quantas vezes mentiram na semana.

Os resultados mostraram que, entre os participantes orientados a falar a verdade, três mentiras a menos equivaleram a quatro menos reclamações sobre tensão e melancolia e a três sobre dores de cabeça e de garganta. O interessante é que as pessoas do grupo de controle, que não sabiam o que os pesquisadores estavam analisando, também relatavam melhora na saúde geral – três mentiras a menos eliminavam duas reclamações de desconforto psíquico e uma de dores físicas. Segundo Anita, cada vez que mentimos, há aumento do nível de estresse: a glândula suprarrenal secreta hormônios, o coração acelera e a pressão sanguínea sobe. A frequência desse estímulo de “alerta” pode sobrecarregar o organismo e desencadear sinais de estresse.

Leia mais:

Ninguém vive sem mentir

Para reconhecer mentiras

Como Lidar com as Pessoas ?

Todos nós desejamos ardentemente que a vida nos conceda duas coisas: sucesso e felicidade. Somos todos diferentes uns dos outros. O conceito de sucesso pode variar de pessoa para pessoa, mas existe um fator muito importante e decisivo para o sucesso de todos os homens: ninguém pode obter a realização e a felicidade sozinha.

É na convivência com o seu semelhante que o homem encontra as bases de sustentação para ser feliz. Mas esta convivência nem sempre é fácil. Ao mesmo tempo em que nossos relacionamentos nos abastecem de gratificação, é por meio deles que experimentamos nossas agruras e aborrecimentos.

Todos já encontramos pela frente aquelas pessoas difíceis de suportar e que sempre mostram aos outros sua faceta mais negativa. Pode ser um chefe, um colega, um subordinado ou até um parente ou conhecido. São as “malas sem alça”. Apesar de serem irritantes e despertarem em nós, às vezes, os piores sentimentos, a verdade é que elas estão aqui para ficar, e a saída é aprendermos a maneira certa de carregá-las.

Nunca se esqueça de que ninguém muda ninguém, mas você pode mudar a sua maneira de receber e dar sentimentos para as pessoas. Para lidar com pessoas difíceis use o preceito de Eleanor Roosevelt: “Ninguém pode fazê-lo sentir-se inferior sem o seu consentimento”.

Diversos estudos comportamentais demonstraram que se você se capacitar em relações interpessoais, haverá percorrido em torno de 85% do caminho rumo ao seu sucesso em qualquer profissão, e perto de 99% do caminho que o conduzirá à felicidade no âmbito pessoal.

Se todas as pessoas que cruzassem o nosso caminho nos mostrassem o seu melhor lado, não haveria problemas. É muito fácil construir relacionamentos com aqueles que se encontram nas mais altas esferas evolutivas. Geralmente são pessoas plenas de amor, dispostas a reparti-lo sem cobrar retorno ou reconhecimento. São humildes e sempre prontas a servir ao seu próximo. No patamar em que a maioria da humanidade se encontra, essas criaturas se destacam nas grandes causas humanitárias, e quando deixam a vida, seu lugar fica irremediavelmente vazio.

Segundo estudiosos, os seres humanos de todos os continentes possuem quase que na sua totalidade quatro características básicas:

1- Todos têm sede de alimentar o próprio ego. Necessitam aumentar sua auto-estima.
2- Todos estão mais interessados em si mesmos do que em qualquer outra coisa no mundo.
3- Todos querem se sentir importantes e chegar a ser alguém.
4- Todos desejam ter a aceitação dos outros para poderem então se aceitar.

Quando encontramos pessoas que possuem alta dose de auto-estima, fica fácil nos darmos bem com elas. Geralmente são leves, generosas, tolerantes, dispostas a escutar as idéias dos outros, possuem jovialidade nas atitudes. É como se estivessem saciadas de auto-estima e por isso podem se dar ao luxo de suprir, em grande quantidade, a carência das outras pessoas. Como se gostam e se aprovam, aceitam às vezes correr alguns riscos ao se submeterem à avaliação dos demais.

Admitem, sem nenhum problema, que não são perfeitas, que cometem erros, que se equivocam. Podem ser criticadas, pois a crítica não abala a sua sólida e elevada auto-estima.

Quando surge a nossa frente alguém com baixa auto-estima é que a coisa se complica sobremaneira. Isso porque estas pessoas são o estopim para criar situações de brigas e desentendimentos. Se esta pessoa tiver um baixíssimo nível de auto-estima então, será inevitável que a atitude mais insignificante do mundo se transforme numa ameaça. Um simples olhar ou um gesto podem ter um efeito devastador sobre ela.

Os arrogantes, briguentos e prepotentes têm um baixo conceito de si mesmos, por isso têm uma necessidade enorme de aumentar a sua importância como pessoas, e conseguem isso diminuindo os outros. Eles também são muito medrosos. Esse medo faz com que se sintam extremamente vulneráveis. Eles trazem no mais profundo de seu ser a convicção de que qualquer humilhação vinda de você os deixará completamente destruídos. Presumindo o ataque iminente, preferem não se arriscar, e atacam primeiro, rebaixando você.

As pessoas mais hábeis em relações humanas sabem lidar muito bem com estes tipos. Primeiramente aplicam diariamente os preceitos ensinados por Deepak Chopra em seu livro As Sete Leis Espirituais do Sucesso: “Hoje não julgarei nada”. “Dê a si próprio e aos outros a liberdade de ser o que são”.

Percebendo que as pessoas que agem assim carecem de auto-estima, você estará melhor preparado para um relacionamento produtivo com elas, se não agravar a situação em que se encontram. Vença o impulso quase natural de desprezá-las ainda mais.
Evite comentários que possam soar como deboche, observações sarcásticas e cortantes.

Não adote posições polêmicas e faça tudo para se esquivar de qualquer confronto, principalmente os de opinião. Não se esqueça também de jamais falar mal destas pessoas para colegas de trabalho ou conhecidos de ambos, pois tomando conhecimento de seu comentário se transformarão em suas eternas inimigas.

Desarme o gatilho usando um elogio sincero. No exato momento em que o “mala” estiver preparado para odiá-lo, faça-o gostar de você. Expresse seu apreço por qualquer coisa que ele faça bem, fale sobre seus interesses e ofereça sugestões úteis. Quebre o ciclo de antagonismo. Raiva gera raiva. Intimidação gera intimidação e retaliação também. Pergunte-se: Como posso virar este jogo e ao mesmo tempo fazer com que esta pessoa fique minha amiga?

A única forma de lidarmos bem com as “malas sem alça” é fazendo-as gostarem mais de si mesmas. Quando você aprender a alimentar o ego das pessoas elas jamais se antagonizarão com você.

Afaste o medo destas pessoas aproximando-se delas com autoconfiança. Nunca demonstre medo, mas também não deixe transparecer nada de agressivo em suas atitudes. Chegue sempre perto delas sinalizando que vem em paz, que é amigo, que jamais será uma ameaça para elas. O sorriso, o tom de voz equilibrado e o elogio colocado na hora e na dose certa funcionarão como verdadeiros “passes de mágica”, aplacando qualquer indício de agressividades destas “bombas de dinamite”.

A segunda característica que os seres humanos possuem é a que os faz estarem primeiro mais interessados em si mesmos que nos outros. Portanto, quando você quiser persuadir uma pessoa a fazer algo, deverá sempre dar uma razão que enalteça o ego dela. Isso funciona com todas as pessoas, em todos os níveis: crianças, executivos, operários ou reis.

Você sempre deve dar ao outro uma razão para ajudá-lo, mas esta razão deve contemplar sempre algum benefício para ele e não só para você. As pessoas tornam-se automaticamente cooperativas quando sentem que ganharão com isso. Sempre devemos procurar encontrar uma razão pela qual as outras pessoas queiram fazer algo, e elas farão.

Outra característica muito importante no homem é que um dos seus desejos universais é se sentir importante, ter sua dignidade confirmada pelos outros, ser valorizado e reconhecido. Todos desejam isto, até mesmo os artistas famosos ou os mais ricos e aparentemente bem-sucedidos.

Por esta razão, o indivíduo não consegue manter por muito tempo seus sentimentos de dignidade e valor, tão necessários ao seu bem-estar, se todos aqueles que cruzam o seu caminho o tratam como se fosse um “Nada” ou um “Ninguém”. As boas maneiras e a cortesia são as ferramentas mais importantes para demonstrarmos que reconhecemos a importância da outra pessoa.

Quando você se mostra avesso a ouvir o que os outros têm a dizer, quando não olha para a pessoa que fala com você, quando não trata esta pessoa pelo nome, depois de já ter conhecimento dele, quando cumprimenta com a mão mole, quando quer impor suas opiniões, quando mede as pessoas de cima abaixo com o seu olhar, quando deixa que esperem por você sem lhes dar nenhuma justificativa, estará sinalizando com estas coisas “aparentemente pequenas” que não considera importante a outra pessoa.

Saiba que os pressupostos da etiqueta, ao contrário do que muitos pensam, não estão distantes do dia-a-dia das pessoas e não se restringem somente a ensinar o manuseio correto de copos e talheres. Com eles você estará construindo as bases para o edifício de seus relacionamentos em todos os níveis.

Como não está escrito na testa de ninguém o nível de auto-estima que cada um possui, encontrando-se com alguém que carece dela, automaticamente você estará criando um cenário favorável a brigas e desentendimentos.

Mas reconhecer e demonstrar que considera todas as pessoas importantes deve ser algo verdadeiro dentro de você. Não pode ser falso, da boca para fora. Ninguém consegue todo o tempo fingir aquilo que não sente. Os que fazem gentilezas mentirosas logo são percebidos pelos seus pares como pessoas medíocres e bajuladoras. Não é isto que você deve ser.

Desenvolva um real interesse pelas necessidades das outras pessoas, aprenda a prestar atenção nas outras pessoas e jamais queira se colocar perante elas como sendo você o mais importante. Por isto um dos “h’s” do profissional de sucesso é a humildade. Sempre que você conseguir inculcar no outro a idéia de que o considera importante, terá lavrado um tento nas relações humanas. Você também se tornará muito mais capaz de carregar os “malas sem alça”.

Você também pode aprender a controlar as emoções destas pessoas consideradas “difíceis”. Se decidir previamente que terá uma conversa difícil, é bem possível que você se aproxime de uma forma hostil, com os punhos fechados, pronto para brigar. Assim você próprio monta o cenário no qual a outra pessoa vai agir. Ela agirá segundo o seu roteiro.

Quando nos relacionamos com as outras pessoas, vemos nossas próprias atitudes refletidas no comportamento dos outros. É como se estivéssemos diante de um espelho. Quando sorrimos, a pessoa do espelho também sorri. Quando fechamos a fisionomia, o outro também fecha. Nosso tom de voz também pode pilotar o do outro. Se alguém gritar com você, responda num tom equilibrado. Isto fará com que o outro baixe o tom.

Procure plantar dentro de seu coração e de sua mente a empatia, aprenda a trocar de lugar com o outro. Não tome as ofensas que receber dos outros para si. A resolução de conflitos é uma atribuição humana. É para isto que você está aqui na escola do planeta Terra. Por isso você só cresce no convívio com o seu semelhante. Mas você só conseguirá construir relacionamentos sólidos e bem-sucedidos se mentalmente e emocionalmente estiver sintonizado com a compaixão.

Quando alguém cruzar o seu caminho, saiba que não será por acaso, você certamente terá algo a compartilhar com esta pessoa. Dizem os grandes mestres que na vida não temos amigos nem inimigos, todos são nossos instrutores.

Texto de : Maria Aparecida Araújo.- consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Marketing Pessoal, Cerimonial e Protocolo; palestrante e facilitadora de cursos especiais; consultora do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear. É graduada em Letras, com Licenciatura em Língua e Literaturas de Língua Portuguesa. Diretora da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting.

Que verdade é essa?

A pergunta surgiu de uma inquietação derivada de um julgamento que presenciei.

Percebi que muitas pessoas acreditam que conhecem o outro. Mas acreditam com tanta força, que aquilo vira uma verdade racional e emocional para elas.

Na minha opinião, quando alguém projeta situações passadas, emoções vividas no hoje – seja pra ela mesma ou para com o outro – ela não está vivendo o presente!

Logo, pode estar vivendo de ilusão. Por medo de desnudar o hoje, por medo de sofrer, por #medo.

Pois é mais fácil julgar… e ficar quieto… apenas ajustando as conexões que o emocional traça para o nosso intelecto e #escolhemos assumi-las como #verdade.

Perdemos o que com isso? Perdemos de viver o PrEsEnTe dado por Deus! E nele : o acolhimento, o amor, o carinho, a compreensão, a presença daquela pessoa que no fundo no fundo, é super querida pra você! Que você tanto admira… Mas vive um verdadeiro duelo em seu coração; e por isso se abstém da felicidade de ser e deixar ser o outro que Deus colocou na tua vida com um propósito.

Trago hoje uma reflexão : que possamos nos avaliar honestamente. Que possamos nos perdoar, e nos amar o suficiente para que nossa lente enxergue o outro como ele de fato é. E não como uma tela de cinema que se projeta tudo que se quer.

Que Deus te abençoe no entendimento dessa reflexão!