…Informação para Refletir e Crescer…

Arquivo para novembro, 2012

Closet de Máscaras

Eu atuo, você atua, nós atuamos…

Estava no meio de uma conversa, quando me veio a idéia de escrever sobre “closet de máscaras”. O pano de fundo da inspiração foi porque estava falando sobre terapia, auto-conhecimento, descobertas, desejo de mudanças.

Li um livro esse ano, e até postei aqui no Blog (https://cassandrasilveira.wordpress.com/2012/06/13/indicacao-de-livro-gente-que-mora-dentro-da-gente ) , que fala sobre alguns “Eus” nossos, como: eu criança, eu inferior, eu mascarado, eu superior, eu observador. Tem até um vídeo no Post do link com a autora do livro falando um pouco.

E esse livro também me ajudou a identificar alguns pontos interessantes e comuns as pessoas com quem tenho tido o prazer de conversar sobre assuntos tão profundos.

Pensando bem, todos nós em algum momento atuamos, nem que seja pra não machucar.

Se pararmos pra ver que de dentro pra fora e de fora pra dentro escolhemos projetar o que seremos, vemos que desde a cor da roupa, estilo que ela representa, cor de nossos cabelos, tamanho deles, nossa forma de falar, gesticular e também de pensar estão influenciados por um desejo.

O que eu quero ser hoje?

A boazinha? A honesta? A crítica? A invejosa?

Qual desses papéis hoje eu preciso pra colocar um pouquinho mais de mim para fora de mim?

A idéia que me veio, foi que parece que andamos com um closet de máscaras ambulante.

Sim, porque o closet que fica em nossa casa é longe demais para acessarmos. Esse closet que falo me parece que cabe dentro da bolsa… para as horas em que : precisamos parecer fortes, queremos evitar uma briga, precisamos omitir algo para não ser julgada e etc.

Falando sobre isso com uma pessoa da área, nos pegamos rindo sobre o quanto isso é corriqueiro no dia a dia.. com as pessoas com quem mais amamos, com nós mesmas.

E quando queremos ser os originais? Ah.. cuidado! A sociedade não parece estar preparada para isso. Se corre muito risco de ser de fato julgado por ser apenas quem é.. com todos os Eus e poucas máscaras.

Na terra onde representar é uma arte dos “espertos”, ser original é coisa de bobo.

“Olha lá o bobo, ele confia.. olha lá o bobo sendo sincero.. olha lá o bobo se expondo.. “

O auto conhecimento é uma ferramenta linda que nos permite saber quem somos, como somos. E se torna um escudo quando algo é dirigido para nós sem verdade.

É fato que todo ser humano quer ser aceito, aprovado, reconhecido e amado!

Mas, o motivo desse texto ter saído da idéia é : temos mesmo que pagar um alto preço para sermos aceitos?

Será que todas as pessoas que gostaríamos que nos aceitassem, são de fato importantes, edificantes pra nossas vidas? ou é apenas uma questão de EGO?

Deve pesar muito andar pra todo canto com um “closet de máscaras”…

Isso pode gerar lesões, físicas e emocionais.

No auge da minha viagem, imaginei boa parte dessas máscaras sendo queimadas numa fogueira!kkkk

Acredito que o que nos faça durante boa parte da vida, sustentar esse malabarismo de interpretações seja o medo de ficar só. Pois o amor é lindo, mas poucas pessoas praticam ele de forma saudável (não egoísta).

E assim a vida segue… com ou sem sentido… fazendo ou não a diferença… o tempo passa, igual pra todo mundo.

Pensei agora : se temos coragem de carregar as benditas máscaras, porque não temos coragem de enfrentar cada uma delas?

E perguntar olho no olho! o que você quer comigo? Tipo bater um papo terapêutico mesmo, até conseguir usar o jargão atual : “se prepare que eu vou te usar” pra construir em mim, um ser melhor, e vou te libertar!

Uma, a uma… acredito que o resultado seria um encontro! Nós com nós mesmos, sem máscaras!!!

Lemos tanto (jornal, revista de fofoca, blogs, sites) pra entender o outro…  Queremos companhia a todo custo e as vezes esquecemos de nos lembrar que nossa maior companhia somos nós mesmos! Que antes de querermos ser aceitos pelo outro, devemos sim nos aceitar… pacote completo! Amar o pacote todo. E a partir disso, começar a conversar com ele em busca de melhorias.. evoluções.  Sem “SE”… “se você ficar magra eu te amo”; “se você for melhor que fulano eu te amo”.

Ame incondicionalmente… a você mesmo! Não seja inimigo dos seus defeitos, tenha uma relação amistosa o suficiente para ir persuadindo ele calmamente, 1 dia de cada vez, a ir morar mais longe.. mais longe.. até que se torne inviável ele habitar no seu continente kkkk

E lembre-se : se você se amar direitinho, não vai mais  se sentir tão sozinho. Ou com medo de não ser aceito. Você vai ser a companhia mais agradável de todas pra você mesmo.

Anúncios

Lembranças que ferem – Revista Mente Cerébro

Lembranças que ferem

Pesquisadores desenvolvem medicamentos que interagem com a memória para aliviar a dor

Malinx/Shutterstock

Podemos nos esquecer do que comemos no almoço, mas certamente nos lembramos de quase tudo o que nos causou dor, pois o nosso sistema nervoso central armazena traços de memória da experiência desagradável para nos “avisar” do perigo caso ocorra situação semelhante. Essa é uma das razões que concorrem para que pessoas com um membro amputado continuem a sentir dor “fantasma”, como se o pé ou braço extirpado, por exemplo, ainda continuasse ali. Mas e se fosse possível apagar essa memória? Uma equipe da Universidade McGill, no Canadá, mostra que o que sempre foi terreno da ficção científica pode, de fato, se tornar realidade algum dia. Pesquisadores da instituição descobriram que os níveis de uma proteína – a quinase PKMzeta, que atua fortalecendo as sinapses (conexões entre os neurônios) – aumentam no sistema nervoso central quando o organismo passa por uma estimulação dolorosa. A hipersensibilidade à dor é neutralizada quando a atividade dessa proteína é bloqueada.

“Muitos medicamentos que têm a dor como alvo agem no nível periférico, reduzindo a inflamação ou ativando os sistemas de analgesia no cérebro para reduzir a sensação de dor”, explica Terence Coderre, coordenador do grupo de pesquisa. “Essa é a primeira vez que podemos pensar em medicamentos que terão como alvo um traço estabelecido de memória como caminho para a redução da hipersensibilidade à dor”, comemora.

#Reflexão e Oração

AS MEDIDAS DO CORAÇÃO

“Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. (Lc 6, 36-38)

Que medidas você tem usado para com seus semelhantes? São medidas generosas, largas, ou ninguém jamais consegue preencher seus padrões e, por isso, as críticas têm sido constantes em seus lábios? Jesus é claro: com a mesma medida com que medirmos, seremos medidos. Não faça de tudo motivo para julgamentos precipitados ou palavras amargas. Espere; alargue as medidas do seu coração; aprenda a olhar para o outro com aceitação e, ao mesmo tempo, com esperança. Abrir mão de julgar (e muitas vezes abrir mão de querer “consertar” a outra pessoa, para que ela fique “do nosso jeito”) pode ser uma maneira de dar tempo para que as coisas mudem. Quando condenamos alguém, ainda que por coisas pequenas, estamos dando por encerrado algo que talvez Deus ainda queira transformar. Se desejarmos contar com a paciência de Deus a nosso favor, precisamos primeiro exercitá-la em benefício dos irmãos.

Peça a Jesus hoje uma graça toda especial: medidas largas para perdoar; para desculpar as fraquezas dos demais; para crer com toda confiança. Talvez os sofrimentos da vida tenham tornado seu coração um coração apertado, que se amargura com as mínimas coisas. Saiba que você é capaz de alargar o seu coração, pois o Espírito Santo, que é amor, pode ajudá-lo a amar mais, além do que você mesmo é capaz de imaginar. Quando seu coração apertar, ferido por decepções e injustiças, clame pelo socorro do Espírito do Senhor. Ele vai ajudá-lo a perdoar, orar e vencer os limites da mágoa. Essa medida renovada será então o campo onde se derramará a bênção de Deus em sua vida.

 

Peçamos o auxílio do Espírito Santo para que nosso coração não seja sufocado pelas mágoas e condenações:

Espírito Santo, vem sobre o meu coração nesse dia. Em Nome de Jesus, enche-me com o amor que vem do Pai e ajuda-me a ter medidas largas de tolerância e compreensão com meus irmãos. Afasta dos meus lábios toda palavra precipitada de condenação e acusação. Faz-me acreditar na Tua obra no coração daqueles que eu mesmo não consigo modificar. Faz que eu aceite os seus passos, o seu ritmo, as suas limitações, assim como o Senhor aceita e respeita o meu caminhar. Ajuda-me, Espírito Santo, a ter medidas largas de perdão, para que meu coração não se feche sobre lembranças doídas e ressentimentos antigos. Quero medir meus irmãos com uma boa medida e vê-los grandes, sem jamais diminuí-los com minhas palavras ou atitudes. Que eu saiba valorizar aqueles que o Senhor colocou em minha vida e que eles encontrem, em mim, palavras e gestos de perdão e encorajamento. Vem, Espírito Santo, em Nome de Jesus. Amém.

Falar de si mesmo é mais prazeroso do que que ganhar dinheiro

Falar de si mesmo é mais prazeroso que ganhar dinheiro

Descrever as próprias experiências ativa os circuitos de recompensa do cérebro de forma tão intensa quanto comer ou fazer sexo

© Konstantynov/Shutterstock

Estudos mostram que cerca de 40% do tempo que uma pessoa passa falando é sobre ela mesma. Agora, imagens do cérebro registradas por neurocientistas da Universidade Harvard mostram que o prazer de falar de si chega a superar o de ganhar dinheiro. Os pesquisadores Diana Tamir e Jason Mitchell usaram a ressonância magnética (MRI) para observar a atividade neural de 195 voluntários com idade entre 18 e 27 anos. Eles descobriram que, quando os jovens falavam sobre aspectos de sua personalidade, os caminhos neurais que são acionados diante de algo muito prazeroso – conhecidos como sistema de recompensa ou mesolímbico dopaminérgico – se mostravam muito mais ativos que quando julgavam opiniões e personalidade dos outros.

Em outro experimento, Diana e Mitchell pediram que os voluntários respondessem a perguntas que pertenciam a uma destas três categorias: suas próprias preferências e aversões; o que achavam que o presidente Barack Obama gostava ou não; fatos triviais. Eles ganharam entre 1 e 4 centavos de dólar por questão, sendo a primeira categoria, que convidava a falar de si, a que valia menos dinheiro. Obviamente, a maioria optou por opinar sobre a vida de Obama ou discorrer sobre banalidades – mas quase todos responderam ao menos uma questão sobre si mesmos. Em média, abririam mão de ganhar entre 54 e 63 centavos a mais para poder falar de si.

Isso significa que somos essencialmente egocêntricos? Os pesquisadores esclarecem que não. “Aprendemos desde cedo que falar de si é um meio de nos aproximar do outro, o que também causa prazer. Compartilhar experiências e emitir opiniões é muitas vezes a maneira que encontramos para garantir a coesão social e tendemos a preservar esse comportamento”, diz Diana.

Criativos vivem mais e melhor!

Criativos vivem mais e melhor

Pessoas com boas ideias lidam melhor com o excesso de estresse e tendem a buscar soluções

© Wavebreakmedia/Shutterstock

Além de solucionarem problemas com mais facilidade, pessoas que têm boas ideias com frequência sofrem menos perdas cognitivas ao longo dos anos e vivem mais, de acordo com artigo publicado no Journal of Aging and Health. Depois de acompanhar mais de mil homens idosos durante 20 anos, pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova York, observaram relação entre criatividade, preservação das funções cerebrais e maior longevidade.

O processo criativo mobiliza várias redes neurais ao mesmo tempo, explica o psiquiatra Nicholas Turiano, autor do estudo. “Os insights e a percepção de um problema por diferentes ângulos demandam o funcionamento conjunto de vários circuitos cerebrais, o que ajuda a mantê-los em forma até a idade avançada”, diz. Segundo ele, como o cérebro é o centro de comando de várias funções corporais, exercitá-lo pode ser decisivo para conservá-las.  De acordo com o psiquiatra, estudos anteriores mostram que os mais criativos lidam melhor com o excesso de estresse, que sobrecarrega os sistemas cardiovascular, imunológico e cognitivo, deixando o organismo mais vulnerável. “Talvez os criativos encararem situações estressantes como desafios. Em vez de ‘jogar a toalha’, tendem a se adaptar e a buscar soluções. Isso traz muitos benefícios para a saúde física e mental”, acredita Turiano.

É possível treinar a memória contra a depressão!

É possível treinar a memória contra a depressão

Exercícios cognitivos ajudam a desviar a mente de lembranças negativas

© Dubova/Shutterstock

Distúrbios depressivos e de ansiedade têm uma importante característica em comum: a tendência a se fixar em aspectos negativos de uma situação. Estudos mostram que pessoas diagnosticadas com depressão têm dificuldade de se lembrar com nitidez de eventos específicos, como a festa de aniversário de 8 anos que ganhou dos pais. De forma semelhante, um dos traços da ansiedade é uma espécie de estado de alerta permanente, que direciona a atenção para detalhes que representam uma possível ameaça. Agora, um estudo publicado no Clinical Psychological Science sugere uma maneira de combater essa propensão: estimular a mente a acessar as memórias positivas.

Cientistas da Universidade de Esfahan, no Irã, e da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, submeteram 23 adolescentes afegãos refugiados a um teste de memória com 18 palavras positivas, neutras e negativas em língua persa. Os jovens haviam perdido os pais em conflitos armados e apresentavam sintomas de depressão. Eles deviam ler as palavras e relacionar cada uma delas a uma lembrança específica antes de responder a questionários que avaliavam a intensidade dos sinais de depressão e ansiedade. Em seguida, os pesquisadores selecionaram 12 deles para fazer treinamentos semanais para aprender a evocar memórias específicas relacionadas a palavras.

Dois meses depois, os 23 jovens refizeram o teste e responderam ao mesmo questionário. O grupo que passou pelo treinamento revelou não só maior habilidade em descrever recordações específicas relacionadas a qualquer tipo de palavra, como suas respostas ao questionário refletiram melhora dos sintomas depressivos e de ansiedade, o que não aconteceu com os adolescentes que não fizeram o treinamento. Segundos os autores do estudo, as abordagens relacionadas à memória abrem novas perspectivas de tratamento para os transtornos psíquicos.

Inveja : existe lado bom?

Especialista sugere que esse sentimento é capaz de ajudar no amadurecimento e dar início à admiração ao outro

Por Tany Souza / Foto: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com

É comum ouvir: “Aquela pessoa é invejosa”; “Por causa da inveja dele, eu não consegui aquele emprego.” A inveja está sempre em voga nas rodas de conversas, implícita ou explicitamente. Mas o que realmente é a inveja?

Segundo o psicólogo Wilson Montiel, a inveja é um sentimento comum a todos nós e surge da derrota, da competição primitiva por suprimentos e interesses, mas pode levar a um crescimento pessoal. “Ela pode fazer o indivíduo crescer ao tentar atingir certo feito ou característica de quem ele inveja ou cobiça. Por isso, é possível dizer que a admiração é uma forma mais amadurecida da inveja.”

É claro que a fama desse sentimento é o seu lado mais danoso para quem sente. “Ela é capaz de poluir o coração do invejoso e promover fofoca, rixa, mentira, desafeto. Portanto, o invejoso deve procurar compreender qual o conteúdo de sua cobiça e procurar aprender com quem ele inveja.”

O psicólogo diz que é possível não ser uma pessoa invejosa procurando o perdão, o desapego e a humildade. “Na verdade, não se trata de deixar de sentir isso, mas sim de aceitar a inveja como algo saudável, já que ela é capaz de se transformar em admiração, o que incorre num melhor relacionamento com as pessoas, possibilitando o retorno dessa admiração em generosidade e respeito mútuo.”

Para quem não consegue transformar a inveja em admiração, é claro que o sentimento trará consequências para os relacionamentos interpessoais. “A inveja corrói a confiança entre os membros do grupo, enquanto a admiração e a generosidade fortalecem o laço e promovem sempre um melhor resultado. Ela pode ser um espelho, ou seja, algo seu que você enxerga e reconhece nesse invejado e que não aceita em si.”

Fugindo da inveja

Todos são capazes de identificar uma pessoa invejosa que faz parte de seu convívio. Mas para se defender desse sentimento e de suas implicações é preciso saber fugir da cobiça. “Esquive-se dos desafetos sem promover retorno das acusações vazias. Por exemplo, contra a fofoca, o elogio e o desinteresse; contra a mentira, a coerência e a busca da verdade; contra a vaidade, a empatia; contra o orgulho, a humildade. É fácil aferir o valor da briga e correr para o que realmente interessa”, esclarece Montiel.

Como diz o ditado popular, “a inveja mata”, mas ela tem cura. “O perdão cura. Além disso, aprender a viver com conflitos ajuda a sair do lugar cômodo. Aceitar a inveja pelo outro e procurar se refazer é uma ótima dica para quem quer crescer”, finaliza o psicólogo.

Desde o início

A inveja é inerente a ser humano desde o princípio dos tempos. Muitos conhecem a história dos irmãos Caim e Abel, filhos do primeiro casal da Terra, Adão e Eva. Caim nasceu primeiro, e tornou-se lavrador; Abel era mais novo, e tornou-se pastor de ovelhas.

Passado algum tempo, Caim trouxe como oferta ao Senhor o fruto da terra, e Abel, as primícias do seu rebanho. Porém, Deus se agradou mais de Abel e de sua oferta do que de Caim e do que ele Lhe oferecera (Gênesis 4:3-4).

Caim foi tomado por tamanha inveja e acabou matando o próprio irmão (Gênesis 4:8).

“Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.” Tiago 3:16

 

Talvez seja a hora de você fazer uma autoavaliação e observar se tem admirado ou sentido inveja do seu irmão ou do seu próximo.

Fonte : http://www.arcauniversal.com/comportamento/gente/noticias/inveja-existe-lado-bom-13873.html