…Informação para Refletir e Crescer…

Arquivo para agosto, 2012

30 anos by Mônica Eliza

 262.800 horas

Logo eu, que tento ser tão precisa e racional, reconheço que o valor do tempo não pode ser mensurado por um calendário , relógio ou similar.

Há exemplos que valem  uma vida inteira,

Tempestades terríveis que são superadas ao fim da estação,

Sorrisos que permanecem por gerações,

Milésimos de segundos que transformam homens em heróis.

Hoje o meu relógio biológico marca 262.800 horas de existência.  Tenho a consciência que não utilizei boa parte desse tempo com as pessoas que são ou que  já foram importantes em minha vida. Mas a certeza que foram com elas que o meu tempo teve o maior valor.

Já dizia o poeta Cazuza… O tempo não para ! E nesse movimento é permitido recordar, sentir saudades, crescer e seguir em frente,  por um tempo que só Deus conhece o limite, mas com o valor que só nós podemos escolher. 

Dizem que as datas de aniversário suscitam um revival de lembranças, hoje aos 30 me presenteio apenas com novas escolhas, para um novo tempo ainda melhor.

Contribuição : Mônica Eliza Arruda Queiroz.

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Auto análise!

Seja seu melhor amigo
Analisar os próprios erros com generosidade, mas sem poupar críticas, pode trazer benefícios terapêuticos
© Pkchai/Shutterstock

Refletir sobre os próprios problemas equilibrando crítica e gentileza – como se estivéssemos ajudando um amigo a pesar perdas e ganhos de uma situação ruim – tem poder terapêutico, afirmam pesquisadores da Universidade da Califórnia. O grupo, que estuda os efeitos da autocompaixão, relatou na Psychological Science os resultados positivos de um estudo com homens recém-divorciados que foram incentivados a falar consigo mesmos como se conversassem com alguém de quem realmente gostavam e que passava por algo difícil.

“Não se trata de ter pena ou ser complacente. Compaixão é tentar entender a dor do outro e ajudá-lo a enxergar atitudes que contribuem para o sofrimento”, define a psicóloga Kristin Neff, professora da Universidade do Texas, especialista no tema, que acompanhou o trabalho do grupo. Estudos anteriores mostram que pessoas com autocompaixão evitam críticas duras e generalizações negativas sobre si e sobre os outros. “Elas têm maior tendência a encarar os erros como aprendizado”, diz a psicóloga, ressaltando que isso não significa serem condescendentes com o que desaprovam.

Várias pesquisas revelam que pessoas excessivamente críticas e as que revelam autocompaixão têm, em média, desempenho acadêmico e profissional semelhante – com a diferença de que as últimas reagem melhor quando não conseguem atingir algum objetivo. Segundo Kristin, isso ocorre porque elas não associam o sentimento de valor pessoal ao sucesso.

Em outro estudo da Universidade da Califórnia, voluntários disseram se sentir melhor depois de escrever cartas de apoio a pessoas que viveram experiências traumáticas, como machucar alguém em um acidente de trânsito. “Como muitos de nós descobrem intuitivamente, aproveitar oportunidades de ajudar os outros desvia o foco de problemas pessoais e, muitas vezes, revela que algo que antes considerávamos uma tragédia na verdade não é”, explica uma das autoras da pesquisa, Juliana Breines. E cultivar a autocompaixão, segundo Kristin, pode ser mais simples do que parece. Ela menciona um experimento que mostra que envolver os braços ao redor do próprio corpo, em um generoso “autoabraço”, nos deixa mais propensos a agir gentilmente.

Filipenses 1:6!

Tempo x Dinheiro

Pensar que tempo é dinheiro boicota as horas de lazer
Pessoas muito preocupadas com o salário podem se tornar mais insatisfeitas
© Aispix By Image Source/Shutterstock

Tratar o tempo como mercadoria nos ajuda a desfrutá-lo melhor? Um estudo publicado noJournal of Experimental Social Psychology revela que não. Pesquisadores da Universidade de Toronto pediram a voluntários que calculassem quanto ganhavam por hora de trabalho antes de autorizá-los a navegar na internet por alguns minutos ou ouvir música até que fossem avisados de que o experimento tinha acabado.

“Ao entrevistá-los depois do teste, observamos que ficaram mais impacientes e insatisfeitos em passar tempo fazendo o que bem entendessem do que voluntários que não calcularam seus ganhos”, diz Sanford DeVoe, um dos autores do estudo. Segundo ele, a máxima “tempo é dinheiro”, eternizada pelo pensador Benjamin Franklin, pode até incentivar a produtividade, mas é aconselhável se esquecer dela pelo menos quando estivermos de folga.

Dia do Psicólogo!

Parabéns a todos (as) Psicólogos!!!

 

Paz e Amor \o/

O amor é a paz de DEUS que nunca acaba!

Charlie Brown Jr

Auto conhecimento

“Tornamo-nos mais objetivos depois de reconhecermos a nossa Subjetividade. Toda a arte da psicologia ou da ciência da psicologia, se lhe quisermos chamar assim, é baseada numa inversão do processo de objectividade. Não que não possamos tornar-nos objetivos, mas que apenas possamos tornar-nos objectivos depois de termos confrontado as nossas atitudes não objetivas, as nossas atitudes não racionais. Atingir uma objetividade honesta significa termos de saber quais os pontos da nossa natureza que são propensos a determinado preconceito, que parte de nós é defensiva, que parte de nós distorce o que ouvimos. E é necessária uma tremenda auto-honestidade para começar a remover essas distorções e a clarificar a nossa visão. De modo que só podemos atingir a objetividade depois de termos descoberto quais as áreas da nossa psique que não são objetivas.

Além disso, o reconhecimento básico da psicologia é que, lá bem no íntimo, a maior parte da nossa vida é desconhecida da mente consciente e que, quanto mais nos tornamos consciente dela, mais honestos e mais objectivos nos podemos tornar. Nós não vemos os outros com clareza, e o que obscurece a nossa visão são os preconceitos que a pessoa supostamente objectiva se recusa a reconhecer. Uma pessoa objetiva diria que não é responsável pela guerra, mas uma pessoa que sabe psicologia sabe que cada um de nós é responsável porque cada um de nós tem sempre uma área de hostilidade, que depois é projectada para hostilidades coletivas mais vastas.”

Anais Nin, in “Fala Uma Mulher”